Citação Satânica

"Não consigo compreender a compulsão dos crentes em pregar. Se eles acham que descobriram algo tão bom, por que não ficam para si mesmos?" (Nathaniel Anielewsky)

segunda-feira, 3 de março de 2014

Novo blog

A ISB passou a chamar-se ISAL desde 2012. Com isso criamos outro blog e toda a movimentação mais atual está lá.

Se você está visitando este blog, está desatualizado. Peço que passe a visitar o http://isalicos.blogspot.com.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Alguns avisos

Pessoal, estou finalmente colocando o site da ISAL no ar. Teremos lá cursos sobre Satanismo, uma biblioteca virtual de textos sobre o assunto e muitas coisas mais.

O endereço é http://isalicos.org e eu agradeço a todos que puderem visitar e apresentar sugestões aqui sobre o visual e o que acham que deve haver no conteúdo.

Desnecessário dizer que com a entrada do site no ar este blog será transferido para lá e que todos os amigos que aqui escrevem já estão antecipadamente convidados para continuarem postando lá seus artigos. Organizei um sistema de blogs em que cada membro poderá ter seu próprio blog e eles serão classificados por autor e por tema, com um mecanismo de busca para localizar postagens por palavras-chave.

Também quero convidar a todos para que visitem sempre o blog “A Filosofia do Martelo”, onde venho postando uma série de artigos relacionando o filósofo Nietzsche com o Satanismo Moderno.

Saudações satânicas a todos!

sábado, 12 de janeiro de 2013

Convite

Pessoal, a minha esposa tem um blog sobre Nietzsche chamado “A Filosofia do Martelo”. Eu acabo de escrever lá a minha primeira contribuição, relacionando Nietzsche com o Satanismo.

Convido a todos para irem lá, conferirem e comentarem. O endereço é http://afilosofiadomartelo.blogspot.com.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Somos governados pela Filosofia

Eu sei que muitos dos meus fiéis leitores vão estranhar este artigo de hoje. Em geral eu sempre estou reclamando de algo, atacando alguma instituição religiosa ou civl, falando mal de algum idiota que não seja eu mesmo…

Mas hoje, logo ao amanhecer, um ato de profunda reflexão filosófica inspirou-me a escrever esse artigo: eu fui encher uma garrafa de água.

Tá… Eu sei que isso pode parecer absolutamente trivial, nem um pouco filosófico, mas tenho certeza que vocês entenderão quando eu explicar.

Acordamos meio ressacados aqui em casa hoje, minha esposa e eu. Mais uma comemoração noturna. Ultimamente temos tido tantos motivos para comemorar que o nosso estoque de bebidas tem sido severamente reduzido. Se a vida continuar assim tão boa para nós, acabaremos partindo dela com cirrose hepática.

Pois bem. Ressaca pede água gelada. E depois de nos fartamos disso a garrafa ficou em minha mão com apenas um resto no fundo. Eu fui até o filtro enchê-la e comentei com minha esposa, que estava ao meu lado, ambos com cara de sono. Disse a ela:

“A vida, minha amada, é como encher uma garrafa quando ainda há um resto de água gelada dentro.”

Ela me olhou com uma expressão estranha, provavelmente pensando que os efeitos do álcool ainda não se haviam dissipado completamente de minha mente. Mas eu expliquei a ela e agora explico a vocês.

Numa ressaca se está sequioso por água gelada. A simples ideia de encher aquela garrafa com água na temperatura natural, esquentando assim a deliciosa água gelada que lá estava, podia me fazer não encher aquela garrafa. Fico então diante de uma dicotomia filosófica: Se encho a garrafa agora, perco o resto de água gelada no fundo da mesma. Se, por outro lado, não a encho, aproveitarei este resto de água mais tarde, mas certamente sentirei falta de mais água gelada logo adiante.

O que nos faz decidir em questões tão simples assim?

A resposta é que decidimos com base em nossa perspectiva filosófica do mundo.

Um imediatista, sempre preso ao momento corrente, preferiria satisfazer-se com a água, sem pensar na escassez que viria a seguir. Mais ou menos como a humanidade vem fazendo ao destruir a Natureza apenas para poder tomar banhos quentes e poder passear de carro.

Por outro lado, uma pessoa apartada dessa filosofia imediatista vai pensar a longo prazo. Vai compreender que a água gelada pode ser consumida mais extensamente se se abrir mão daquele resto em prol de uma garrafa cheia na geladeira.

E assim é que procedemos com tudo. cada uma das nossas escolhas nessa vida reflete o nosso posicionamento filosófico. Mesmo as menores delas. Escolher tomar um porre num dia de semana, arriscando acordar de ressaca e ter de trabalhar no dia seguinte, reflete o fato de que somos Hedonistas, minha esposa e eu. Nós apreciamos uma vida de prazeres e estamos ambos dispostos a pagar o preço para ter isso, seja uma ressaca ou uma cirrose. Temos plena consciência de que não viveremos para sempre e de que não haverá nenhuma “vida eterna” em um céu ou em um inferno. E se houver, provavelmente não haverá bebida alcoólica em nenhum dos dois lugares. No céu, a se acreditar no que dizem, só há crentes, e crentes não bebem. E no inferno supostamente querem fazer-nos sofrer. Que maneira melhor do que privando-nos dos prazeres que nos são caros?

Em cada coisa da vida, nossas perspectivas filosóficas nos guiam. E isso seja a cada um de nós, individualmente, como a todos coletivamente, como espécie.

A humanidade é hedonista por natureza. Estamos constantemente preocupados com a obtenção do prazer, sob as mais diversas formas. Gostamos de relaxantes banhos quentes e para isso extraímos cada gota de energia que a Terra possa nos dar. Mesmo que isso signifique cavar minas de quilômetros de profundidade para arrancar carvão ou desviar e represar leitos de rios. Esforços grandiosos para um objetivo tão simples, mas é assim que somos.

Gostamos de exibir nossos carros pelas estradas, muitas vezes morrendo na ânsia de provar que nossos motores são melhores que os dos outros e nossa habilidade ao volante é muito maior. Para isso criamos gigantescas indústrias que sangram a Terra em busca de metal para as nossas carrocerias e inventamos até guerras onde nossos filhos vão morrer para tomar poços de petróleo dos outros países.

Em tudo e por tudo somos guiados pela nossa visão do mundo. Pela filosofia prática do dia-a-dia, aquela que não precisa ser enxergada em textos profundos e herméticos de filósofos da Academia, mas sim que é enxergada nas coisas pequenas, no nosso cotidiano.

Quando eu e a Daiely nos casamos eu não compreendia bem o interesse dela por Nietzsche. Para ser sincero, ele era um filósofo cuja leitura jamais havia me atraído. Hoje entendo essa obsessão que a faz ficar horas com a cara enfiada nos livros do bigodudo. ele fala justamente dessa filosofia vital, e não daquela distante filosofia acadêmica. Dessa filosofia que nos governa em tudo, até nos pequenos atos.

Foi por isso que eu enchi a garrafa…

 

PS: Em tempo. Convido os que chegaram até aqui a visitar e conhecer o blog “A Filosofia do Martelo”, da minha esposa Daiely Fanchin. Ela trata de Nietzsche justamente sob essa perspectiva da filosofia relacionada com o nosso cotidiano. Vale a pena ler. E naõ digo isso só porque é minha esposa. Vão lá e confiram vocês mesmos…

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Para não dizerem que não falo dos outros…

asaram Eu já fui acusado na Internet de ter especial implicância com o Cristianismo. Não tenho. É com a estupidez e a ignorância que tenho especial implicância. Se vejo mais isso no Cristianismo é apenas por viver no Brasil, um país repleto de cristãos.

"Apenas cinco ou seis pessoas não são réus. A vítima é tão culpada quanto os seus estupradores. Ela deveria ter chamado os agressores de irmãos e ter implorado para que eles parassem. Isto teria salvado a sua dignidade e a sua vida. Uma mão pode aplaudir? Acho que não."

Estas nada sábias palavras são do guru indiano Asaram Bapu, referindo-se à jovem indiana que morreu vítima de um estupro coletivo no interior de um coletivo. Sem trocadilho.

E tem mais. O babaca afirmou que a jovem devia ter sido mais gentil com seus agressores se queria salvar a própria vida.

Eu realmente queria ver a esposa e as filhas desse idiota, se é que ele as tem, serem estupradas na frente dele por uma turba selvagem. Queria ver se ele diria para elas serem gentis. Quem sabe diria para oferecerem um boquete para aplacar a fúria (e a tesão) dos agressores…

É nisso que dá perguntarem sobre essas coisas a “líderes religiosos”. As religiões do Caminho da Mão Direita sempre desprezaram as mulheres.

Essa postura não é privilégio do tal Asaram Bapu. Semana passada um padre italiano afirmou algo similar e acabou tendo de se retratar e deixar a paróquia que dirigia em virtude dos protestos.

A idiotice não é privilégio de ninguém. Foi talvez a coisa mais bem distribuída pela natureza. Todos parecem ter pego um pedaço de tamanho razoável. E eu me incluo nisso! Algumas vezes consigo ser um grande idiota.

Não, é claro, ao ponto de concordar com esse guru e esse padre… Aí também já seria demais!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Não sou macumbeiro…

Nos últimos dias tenho recebido uma série de mensagens de pessoas que querem que eu faça “trabalhos” para que elas consigam isso ou aquilo.

Um me escreveu de Alagoas para dizer que está apaixonado por outro cara e quer que eu faça um trabalho para que o outro se apaixone também por ele.

Outra me escreveu porque quer ser rica e poderosa como a Madonna.

E a lista segue… Recebo mensagens desse tipo o tempo todo. E estou de saco cheio com isso!

Eu não sou macumbeiro. Nada contra os macumbeiros, mas eu não sou um deles. Eu não faço benzedura; não trago a pessoa amada em três dias; não curo asma, catarro e bronquite; não sei fazer oração pra espinhela caída…

Eu sou um Sacerdote Satanista. E a primeira regra para ser um Sacerdote Satanista é saber que quem tem de resolver sua vida é VOCÊ!

Satanistas de verdade não acreditam em ficar por aí chorando, se lamentando e pedindo. Satanistas de verdade sabem que se querem algo, tem de ir lá e conquistar.

Sim, nós acreditamos em rituais. Mas como deixo claro no meu “Manual Prático de Magia Negra”:

  1. O ritual visa estimular sua força e direcionar a sua vontade. Não cativar a vontade de um “ser supremo” ou “divindade”; e,
  2. Os rituais funcionam bem quando VOCÊ, que tem interesse no assunto, os faz. Porque é com a sua vontade que se está trabalhando ali, não com a minha.

Assim sendo, se você quer ganhar alguém ou algo, vá a luta! Batalhe! Não me venha com xurumelas, nem se fazendo de coitado ou coitada. Eu não tenho o menor respeito por coitados ou coitadas.

E não adianta me oferecer grana. Eu não vivo do Satanismo! Que estão pensando que eu sou?  Uma padre? Um pastor? Um pai-de-santo?

Eu vivo do meu trabalho. E vivo bem porque trabalho muito, não porque Satã me dá algo.

E tenho dito!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Curiosidades sobre a II Guerra Mundial

Eu sei… eu sei que ando tratando demais desse tema aqui. Mas é que está se tornando impossível calar as minhas opiniões sobre esse tema controverso.

Assim, gostaria de saber se algum de vocês tem resposta para as seguintes questões:

1ª) Genocídio

Theodor_Eicke Este homem é Theodor Eicke, criador do campo de concentração Dachau, o primeiro inaugurado na Alemanha Nazista. Se tivesse sobrevivido até o final da II Guerra Mundial, o Comandante Eicke seria certamente julgado em Nuremberg e condenado à morte por genocídio. No campo por ele fundado morreram, segundo as estatística oficiais, cerca de 30.000 (trinta mil) pessoas.

A morte de 30.000 pessoas é certamente um crime. Não estou aqui defendendo quem quer que tenha feito algo assim. O problema começa quando consideramos este outro homem abaixo.

O sujeito sorridente no avião aqui ao lado é o Coronel Paul Warfield Tibbets Jr.220px-Col_Paul_W._Tibbets_before_takeoff_6_August_1945 Para quem ainda não teve a honra de ser apresentado ao ilustre coronel, foi ele quem lançou sobre hiroxima a primeira bomba atômica, com seu avião batizado de “Enola Gay” (Enola Feliz… naquela époa a palavra gay ainda tinha essa conotação apenas. Enola era a mãe do coronel Tibbets.), matando mais de 119.000 (cento e dezenove mil) pessoas de uma única vez.

Se você tiver o mínimo de bom senso e honestidade intelectual, terá de admitir que este homem merecia o mesmo tratamento do primeiro. Devia, ao final da guerra, ser julgado por genocício e executado. Mas não foi isso, claro, o que aconteceu. Na verdade, o coronel Tibbets foi condecorado pela sua ação e morreu tranquilamente em sua casa, em 2007, sem demonstrar nenhum tipo de arrependimento pela morte de tanta gente.

O Nazista matou menos, mas é execrado. O americano matou mais, mas é condecorado. Sabe por que? Porque vitoriosos nunca são condenados. São eles que escrevem a história oficial e podem dizer o que quiserem. Os perdedores estão mortos ou desmoralizados e se pode dizer dele o que se quiser. Não podem reagir. Estão presos, massacrados, abatidos, sem acesso à mídia.

2ª) Crimes de Guerra

Quando lemos a história oficial da II Guerra Mundial, parece que só os alemães e japoneses cometeram “crimes de guerra”, seja lá o que for isso.

A guerra é um crime em si mesma. Todos que vão para ela, se forçada ou voluntariamente, sabem que estão sendo enviados para matar outras pessoas. E se matar é crime em tempos de paz, deveria ser menos crime em tempos de guerra? O fato de estar usando um uniforme indulta alguém dos crimes cometidos?

Os dois grandes bombardeios sofridos por Tokyo durante a II Guerra Mundial vitimaram mais de 150.000 (cento e ciquenta mil) pessoas. Mas você nunca soube de militares americanos ou ingleses sendo condenados por isto, soube? Pelo contrário. Muitas medalhas devem ter sido distribuídas. Os mortos eram, em sua maioria, mulheres, crianças e idosos, já que os homens em idade militar estavam servindo e não em casa esperando as bombas americanas caírem sobre suas cabeças.

Se militares japoneses tivessem bombardeado Nova York ou Los Angeles e matado essa quantidade de pessoas, certamente teriam sido condenados por “crimes de guerra” ou “crimes contra a humanidade”. O que quer dizer isso? Que só os americanos e os que concordam com eles fazem parte da humanidade?

3ª) Campos de concentração

Os malvados Nazistas criaram os campos de concentração, não foi? É nisso que você acredita, provavelmente, porque passou a vida toda ouvindo a história oficial. Mas não é verdade!

O primeiro registro de uso de campos de concentração foi pelos militares britânicos, durante as Guerras dos Bôeres, na África do Sul, quando colonos holandeses tentaram livrar-se do poderio britânico naquela região criando Estados independentes. Milhares de pessoas foram deixadas à míngua em campos de concentração e muitas morreram de fome e doenças.

E os americanos parecem ter gostado da ideia dos campos de concentração, pois em 1942 colocaram em diversos campos espalhados pelo país mais de 150.000 (centro e cinquenta) mil nipo-americanos. Esta é uma história pouco divulgada até mesmo nos Estados Unidos, pois os prisioneiros eram cidadão americanos! (Leia aqui).

4ª) O misterioso “amor pela Polônia”

A história oficial diz que a II Guerra Mundial começou porque França e Inglaterra resolveram ajudar a Polônia contra a invlasão das tropas alemães. É mais bonito explicar a coisa assim, mas não era exatamente a verdade…

De fato, franceses e ingleses tinha um tratado de ajuda mútua com a Polônia. E, de fato, declararam guerra depois que tropas alemães invadiram aquele país para RETOMAR a dicade alemã de Dantzig, que havia sido anexada pela Polônia no Pacto de Versailles, que pôs fim à I Guerra Mundial.

Mas eu tenho uma pergunta aqui… Quando as tropas soviéticas expulsaram da Polônia as tropas alemães e ocuparam aquele país, por que esse amor pela Polônia dos ingleses e franceses não se manifestou? Por que esses dois países, que ainda tinham com o Polônia o mesmo tratado de ajuda mútua, assistiram calados a dominação daquele país pelos soviéticos?

O fato é que os aliados venderam a Polônia para os soviéticos emtroca do apoio para derrotar Adolf Hitler. Esta foi uma das decisões da chamada Conferência de Yalta. E se eles podiam negociar a Polônia tão facilmente, como se explica a decisão de defendê-la até a morte tomada anos antes?

A expllicação é que Inglaterra e França precisavam de uma boa desculpa para destruir o II Reich! Adolf Hitler havia achado um modelo de crescimento econômico com produção que estava deixando no chinelo todas as potências coloniais européias. Em seis anos tirou a Alemanha do caos econômico para a posição de país mais poderoso da Europa. Colocou ordem onde só havia bagunça.

- x -

Procure sair do seu quadrado e examinar os fatos. Não se deixe escravizar pela versão oficial da história. Ela foi construída para iludir você.

matrix-redpill

O que eu ofereço aqui neste blog é a mesma escolha do Neo em “Matrix”. Você pode tomar a pílua azul e vai acordar em sua cama, sem se lembrar de nada, apenas da história oficial. Vai ser sempre um ser movido a corda, uma marionete controlada pelas forças sociais que impõem essa história oficial.

Mas se você tomar a pílula vermelha e seguir adiante comigo, tenho certeza que vai entender melhor o mundo de ilusão que foi criado para nos escravizar. Matrix, amigos e amigas, não está no cinema. Está aqui e agora!

Curiosidades sobre a II Guerra Mundial

Eu sei… eu sei que ando tratando demais desse tema aqui. Mas é que está se tornando impossível calar as minhas opiniões sobre esse tema controverso.

Assim, gostaria de saber se algum de vocês tem resposta para as seguintes questões:

1ª) Genocídio

Theodor_Eicke Este homem é Tjeodor Eicke, criador do campo de concentração Dachau, o primeiro inaugurado na Alemanha Nazista. Se tivesse sobrevivido até o final da II Guerra Mundial, o Comandante Eicke seria certamente julgado em Nuremberg e condenado à morte por genocídio. No campo por ele fundado morreram, segundo as estatística oficiais, cerca de 30.000 (trinta mil) pessoas.

A morte de 30.000 pessoas é certamente um crime. Não estou aqui defendendo quem quer que tenha feito algo assim. O problema começa quando consideramos este outro homem abaixo.

O sujeito sorridente no avião aqui ao lado é o Coronel Paul Warfield Tibbets Jr.220px-Col_Paul_W._Tibbets_before_takeoff_6_August_1945 Para quem ainda não teve a honra de ser apresentado ao ilustre coronel, foi ele quem lançou sobre hiroxima a primeira bomba atômica, com seu avião batizado de “Enola Gay” (Enola Feliz… naquela époa a palavra gay ainda tinha essa conotação apenas. Enola era a mãe do coronel Tibbets.), matando mais de 119.000 (cento d dezenove mil) pessoas de uma única vez.

Se você tiver o mínimo de bom senso e honestidade intelectual, terá de admitir que este homem merecia o mesmo tratamento do primeiro.Devia, ao final da guerra, ser julgado por genocício e executado. Mas não foi isso, claro, o que aconteceu. Na verdade, o coronel Tibbets foi condecorado pela sua ação e morreu tranquilamente em sua casa, em 2007, sem demonstrar nenhum tipo de arrependimento pela morte de tanta gente.

O Nazista matou menos, mas é execrado. O americano matou mais, mas é condecorado. Sabe por que? Porque vitoriosos nunca são condenados. São eles que escrevem a história oficial e podem dizer o que quiserem. Os perdedores estão mortos ou desmoralizados e se pode dizer dele o que se quiser. Não podem reagir. Estão presos, massacrados, abatidos, sem acesso à mídia.

2ª) Crimes de Guerra

Quando lemos a história oficial da II Guerra Mundial, parece que só os alemães e japoneses cometeram “crimes de guerra”, seja lá o que for isso.

A guerra é um crime em si mesma. Todos que vão para ela, se forçada ou voluntariamente, sabem que estão sendo enviados para matar outras pessoas. E se matar é crime em tempos de paz, deveria ser menos crime em tempos de guerra? O fato de estar usando um uniforme indulta alguém dos crimes cometidos?

Os dois grandes bombardeios sofridos por Tokyo durante a II Guerra Mundial vitimaram mais de 150.000 (cento e ciquenta mil) pessoas. Mas você nunca soube de militares americanos ou ingleses sendo condenados por isto, soube? Pelo contrário. Muitas medalhas devem ter sido distribuídas. Os mortos eram, em sua maioria, mulheres, crianças e idosos, já que os homens em idade militar estavam servindo e não em casa esperando as bombas americanas caírem sobre suas cabeças.

Se militares japoneses tivessem bombardeado Nova York ou Los Angeles e matado essa quantidade de pessoas, certamente teriam sido condenados por “crimes de guerra” ou “crimes contra a humanidade”. O que quer dizer isso? Que só os americanos e os que concordam com eles fazem parte da humanidade?

3ª) Campos de concentração

Os malvados Nazistas criaram os campos de concentração, não foi? É nisso que você acredita, provavelmente, porque passou a vida toda ouvindo a história oficial. Mas não é verdade!

O primeiro registro de uso de campos de concentração foi pelos militares britânicos, durante as Guerras dos Bôeres, na África do Sul, quando colonos holandeses tentaram livrar-se do poderio britânico naquela região criando Estados independentes. Milhares de pessoas foram deixadas à míngua em campos de concentração e muitas morreram de fome e doenças.

E os americanos parecem ter gostado da ideia dos campos de concentração, pois em 1942 colocaram em diversos campos espalhados pelo país mais de 150.000 (centro e cinquenta) mil nipo-americanos. Esta é uma história pouco divulgada até mesmo nos Estados Unidos, pois os prisioneiros eram cidadão americanos! (Leia aqui).

4ª) O misterioso “amor pela Polônia”

A história oficial diz que a II Guerra Mundial começou porque França e Inglaterra resolveram ajudar a Polônia contra a invlasão das tropas alemães. É mais bonito explicar a coisa assim, mas não era exatamente a verdade…

De fato, franceses e ingleses tinha um tratado de ajuda mútua com a Polônia. E, de fato, declararam guerra depois que tropas alemães invadiram aquele país para RETOMAR a dicade alemã de Dantzig, que havia sido anexada pela Polônia no Pacto de Versailles, que pôs fim à I Guerra Mundial.

Mas eu tenho uma pergunta aqui… Quando as tropas soviéticas expulsaram da Polônia as tropas alemães e ocuparam aquele país, por que esse amor pela Polônia dos ingleses e franceses não se manifestou? Por que esses dois países, que ainda tinham com o Polônia o mesmo tratado de ajuda mútua, assistiram calados a dominação daquele país pelos soviéticos?

O fato é que os aliados venderam a Polônia para os soviéticos emtroca do apoio para derrotar Adolf Hitler. Esta foi uma das decisões da chamada Conferência de Yalta. E se eles podiam negociar a Polônia tão facilmente, como se explica a decisão de defendê-la até a morte tomada anos antes?

A expllicação é que Inglaterra e França precisavam de uma boa desculpa para destruir o II Reich! Adolf Hitler havia achado um modelo de crescimento econômico com produção que estava deixando no chinelo todas as potências coloniais européias. Em seis anos tirou a Alemanha do caos econômico para a posição de país mais poderoso da Europa. Colocou ordem onde só havia bagunça.

- x -

Procure sair do seu quadrado e examinar os fatos. Não se deixe escravizar pela versão oficial da história. Ela foi construída para iludir você.

matrix-redpill

O que eu ofereço aqui neste blog é a mesma escolha do Neo em “Matrix”. Você pode tomar a pílua azul e vai acordar em sua cama, sem se lembrar de nada, apenas da história oficial. Vai ser sempre um ser movido a croda, uma marionete controlada pelas forças sociais que impõem essa história oficial.

Mas se você tomar a pílula vermelha e seguir adiante comigo, tenho certeza que vai entender melhor o mundo de ilusão que foi criado para nos escravizar. Matrix, amigos e amigas, não está no cinema. Está aqui e agora!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Dois pesos e duas medidas…

HitlerStalin

Adolf Hitler e Josef Stalin. Dois grandes líderes de nações poderosas no Século XX. Dois homens considerados ditadores.

Adolf Hitler representa o Nacional Socialismo, sistema político tornado infame no mundo todo após a II Guerra Mundial pela propaganda dos vitoriosos.

Josef Stalin representa o Comunismo que, apesar de tão oposto ao Capitalismo predominante no Ocidente, é muito mais aceito.

O que torna o sistema representado por um destes homens tão odiado e o outro tão aceito? Por que esse método de usar dois pesos e duas medidas?

O Nacional Socialismo de Adolf Hitler, ou Nazismo, é acusado da morte de 6.500.000 (seis milhões e meio) de judeus, testemunhas de jeová, deficientes físicos e mentais, ciganos e outras minorias. O Comunismo de Josef Stalin matou de fome 10.000.000 (dez milhões) de pessoas apenas na Ucrânia, confiscando as colheitas daquele país e impedindo a imigração.

O Nazismo de Adolf Hitler é acusado de ter matado alguns milhares de cidadãos alemães, considerados inimigos do Estado. O Comunismo de Josef Stalin matou alguns milhões de cidadãos soviéticos nos gulags, campos de concentração na Sibéria. E não eram inimigos do Estado, mas sim inimigos de Stalin. Sendo paranóico, ele via inimigos por todos os lados.

O Nazismo de Adolf Hitler restaurou a economia alemã que estava arrasada desde a I Guerra Mundial. Entre 1933 e 1939, a Alemanha deixou de ser um país falido para ser uma das maiores economias do planeta. Uma potência capaz de enfrentar praticamente só uma guerra contra toda a Europa e o gigante norte-americano. E quase ganhar! O Comunismo de Josef Stalin lançou a União Soviétia na fome mais tenebrosa, que obrigou seus cidadãos a recorrem ao canibalismo em muitos lugares, vindo daí a fama de que “comunistas comem crianças”, muito mais merecida pelos padres católicos…

Enquanto Josef Stalin é xecrado pessoalmente por toda parte, Adolf Hitler já foi uma personalidade bem vista, inclusive nos Estados Unidos, onde foi eleito "Homem do Ano" da revista Time.

Apesar de tudo isso, a lei brasileira proíbe que exista formalmente um Partido Nazista Brasileiro. No entanto, há diversos partidos comunistas ou socialistas (PCB, PCdoB, PSB, PPS, PSTU, PSOL…).

Por que será isso??? Alguma ideia???

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O crime compensa no Rio de Janeiro

irmaosmetralha A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou no dia 25 de outubro deste ano o projeto de lei 871-A/12, que determina a reserva de 5% das vagas de empregos de prestadoras de serviço do estado do Rio à ex-detentos.

Com isso fica de uma vez claro que o crime compensa no Rio de Janeiro. Aliás, o crime compensa em todo o Brasil.

Nosso país é, muito provavelmente, o único lugar do mundo em que ser criminoso é fonte de privilégios, não de punições. E quanto mais grave o crime, melhor!

 

Se vocês duvidam do que eu digo, vejamos alguns exemplos que eliminam qualquer dúvida sobre o assunto:

  • Réus presos têm o privilégio de julgamento mais rápido: Há que se notar que quando o réu permanece preso no Brasil é por ter cometido um crime hediondo ou inafiançável. Ele ganha com isso o privilégio de ser atendido mais rapidamente pela justiça. O sujeito que comete um crime leve e fica solto, pode passar anos até ser julgado, o que causa todo um transtorno em sua vida civil.

 

  • Famílias de condenados recebem um auxílio do INSS que é maior que o salário mínimo – Sim, se um segurado do INSS comete um crime e vai preso, sua família recebe uma pensão de R$ 916,00, bem maior que o salário mínimo pago a um trabalhador honesto, que nunca cometeu crime algum. É a institucionalilzação da vantagem econômica do crime! E para quem alega que isso é um retorno para aqueles criminosos que vinham trabalhando  e delinquiram, eu refuto tal argumento dizendo que o sujeito que tem seu emprego e sua família e se deixa arrastar para a atividade criminosa deveria ser punido com mais rigor que o que não tem nada disso, pois teve mais oportunidades de viver honestamente e era responsável por mais vidas que a sua própria sendo, portanto, obrigado a pensar mais nelas que na sua própria.

 

  • Cotas para criminosos – Com a recente decisão da ALERJ, que logo será imitada por outros estados, se considerarmos o padrão que hoje prevalece nessas coisas, temos agora um sistema de cotas que garante vagas de emprego para criminosos condenados, enquanto pais de família honestos e probos não possuem qualquer garantis de conseguirem um emprego, por mais que a Constituição afirme o contrário.

 

  • Indulto de Natal – O sujeito matou seu filho / pai / esposa / marido / irmão, depois foi condenado e preso. Se ele tiver “bom comportamento” na cadeia, terá anualmente o privilégio de passar o Natal com a família dele. O seu ente querido assassinado nunca mais passará o Natal (ou qualquer outra data) com você. Eu costumo chamar esse privilégio de INSULTO DE NATAL, pois é um insulto às famílias das vítimas! Aliás, a própria expressão “preso de bom comportamento” é um contrasenso. Quem tem bom comportamento é quem está solto!!! Quem está preso já se comportou mal e agora tem de aceitar as consequências, ora!

 

Estes são apenas alguns dos privilégios dos presos. Eu, por exemplo, tenho de trabalhar para viver. Trabalho todos os dias. Sou forçado a trabalhar, pois caso não o faça não conseguirei pagar minhas contas, manter minha casa bem sortida de alimento, minha esposa com um nível aceitável de conforto… Mas a lei brasileira diz que o preso condenado não pode ser forçado a trabalhar! Os honestos soltos, é claro, podem. E são. Diariamente.

No país da bunda e da bola, ser criminoso é muito mais vantajoso do que ser um cidadão honesto. Não gera punições, gera direitos. Não gera a repulsa popular, mas sim simpatia. Tem sempre um grupo de Assistentes Sociais, padres da Pastoral dos Presos, advogados e defensores dos direitos humanos se preocupando com a condição dos presos, com seu conforto e com seus direitos.

Nenhuma dessas pessoas sequer abre a boca para discutir os direitos das vítimas…

VERGONHA!!!